domingo, 7 de julho de 2013
Não Há Sol Em Manchester.
Isento de tudo o que ilumina, escuridão que em tudo num negro mergulhou. Salas que num silêncio musical, tranquilo de dor, portas trancadas, foram criadas das mais brilhantes sintonias seladas de medo em ritmos pavorosos completos de uma tal forma relaxante, como por exemplo, "Atmosphere" - Joy Divison, ou "There is A Light That Never Goes Out" - The Smiths. Sem dúvida que não existe Sol em Manchester, para serem elaboradas e lançadas faixas de tal profundo, felizmente que não, senão não seriamos preenchidos de tal poesia negra como a de Ian Curtis ou Morrisey. Tão negro como os concertos aqui dados, em que Ian mostrava uma dança, relacionada com a epilepsia e seus ataques de que sofria. "Eu não entendia o que o Ian cantava, só a tristeza pungente na sua voz e na postura do rapaz. A postura ali ultrapassava a barreira da língua, era palpável, de onde veio isso? Foi o que me veio á cabeça." - Marcela Guimãres em algures, nota minha, que Manchester permaneça sempre nublado, virão á tona mais como "Doves", "David Gray", "Oasis" e "Simply Red".
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