sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Lajeadas.
Nem voltei aos registos. Quais gavetas abertas, se tudo o que te recordas, e há longos não tocas, está gravado nas eminências que aos olhos diáfanos, sobressaem os assuntos mais infames e afanosos, desconhecidos a mentes sãs. Longo estirão até ao centro, e pelo caminho, já enredado tanto assunto, por tantos tópicos quanto dedos, suficiente ao mais puro rudimento da língua, aduzindo ao que se já entendia, as novas expressões, aprimorando assim a quimera dos parágrafos fantasiados, não os clareando totalmente, deixando as insensatas arestas por limar. Análogo a quem tanto palavreado arrasta atrás, só semelhante ao desconcerto de ideias, o jeito desenfreado e os dedos de dança contornando os que passam. Trago comigo a noção estapafúrdia das tais insanas, e de volta ao meio berço, como se nem abandonado o lugar, tenho a revisão de toda a matéria, assaz para mais uns quantos parágrafos.
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