domingo, 10 de março de 2013

Costumes do Maçante.

Diz me só, quão cedo é o agora. Poucos minutos passaram desde do regresso desse lado. Acordo e tento perceber onde estive. Choveu, medo, tremi, adormeci, 7:00 am. Fixo, olho o tecto escuro sem fundo, descubro segredos divididos em tinta lascada. O chão distanciou-se, universo latente, manteve-se a fraca luz de esquerda. Ramela, meia saída e o stand-by dos aparelhos. Sanha deste costume.

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