quinta-feira, 27 de junho de 2013
Fantasmas.
Mastiga-me por dentro o pesar do que ainda não foi feito, agrura de olhos fechados, corre-me pelos devaneios coragem que em real não a tenho. Talvez não seja precisa, mas impulsiva. Não preciso de resistência no correr mas certeza que aí quero chegar. Olhos tremem como o que me corre no sangue, descontrolo de mim mesmo e longo acreditar de umas das partes de que isso me possa ajudar. Mãos na cabeça, cotovelos na mesa acreditando piamente que de forma espontânea me livre de tanto. Tanto que nada tem de dádiva, como de flagelo, algo que me não me livraria, como não o guardaria para mim. Deixo-o ali, imóvel, só que não lhe tiro a vista de cima.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário